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Historia do Fusca

Seria humanamente impossível contar a brilhante história da vitoriosa trajetória do Fusca sem mencionar duas importantes personalidades que estiveram por trás deste notável projeto desde a sua idealização. Um deles é considerado um gênio da indústria automobilística; o outro foi um dos maiores e mais temíveis ditadores do século XX. Ambos, coincidentemente, austríacos.

O ditador atendia pelo nome de Adolf Hitler, o homem que pegou uma Alemanha falida e devastada pela Primeira Guerra Mundial e que conseguiu transformar um país decadente em uma potência mundial, recuperando a auto-estima do povo alemão que acreditou que ele seria o salvador das terras germânicas.

O gênio era Ferdinand Porsche, um engenheiro autodiata que nasceu em Maffersdorf, uma pequena cidade nos confis do Império Austro-Húngaro. Desde jovem, ele já demonstrava uma grande habilidade em mecânica, e quando completou 18 anos foi indicado para uma vaga de trabalho em Viena, na empresa de Bela Egger. Apartir da 1906 foi treinado para ser o principal desenhista da Austro-Daimler, 10 anos depois se tornou diretor técnico e então começou a desenvolver carros de corrida. Porsche não desenvolveu apenas veículos, ele também chegou a dar vida a muitos motores de aviões.

Então em 1934, Adolf Hitler tomou o poder na Alemanha, ele concebeu a idéia do Volkswagen, que em alemão significa "carro do povo", inspirado no sucesso que já fazia o Ford T na época. Durante o seu discurso de abertura do Auto Show de Berlim, o ditador declarou que considerava o desenho e a construção do carro do povo como uma medida prioritária para a indústria automobilística alemã.

Mais tarde ele acrescentou que esse veículo deveria desenvolver velocidade máxima de 100 km/h, pois as cidades eram distantes. Deveria ser capaz de enfrentar subidas com até 30% de elevação e consumir no máximo 7 litros a cada 100 km, pois o combustível era caro (o povo não poderia gastar mais de 3 marcos a cada 100 km). Seria preciso ter espaço para no mínimo quatro pessoas, custar no máximo 1.000 marcos imperiais e, principalmente, ser refrigerado a ar, porque nem todas as casas alemãs possuíam garagem e, no inverno, a água no radiador congelaria.

A EVOLUÇÃO DO FUSCA

1938 - O chamado Typ 38 era apresentado ao grande público em três versões: sedã, cabriolet (conversível) e sedã com teto solar (em tecido, semelhante ao couro). As características mais distintivas de seus sucessores estavam nos pára-choques mais delgados, pintados na cor do carro, com garras semelhantes a bananas, lanternas traseiras redondas e tampa do motor com as quinas superiores em ângulo reto. Até 1939, cerca de 210 unidades foram produzidas (chassis 38 000 001 a 38 000 210). Por causa do formato bipartido do vidro traseiro, esse modelo é conhecido hoje como Split Window.

1940/1944 - A produção de veículos civis foi paralisada e cerca de 100 mil veículos de guerra foram fabricados. Em 1943, o motor tinha a cilindrada aumentada de 985cc para 1.131cc, e a potência de 20 para 25cv líquidos.

1945 - Os cromados passaram a equipar o veículo, mas nunca como os carros americanos.

1946 - O Typ 60 era substituído pelo Typ 11.

1947 - A produção do Typ 11 totalizava 8.890 unidades.

1948 - Heinrich Nordhoff assume a direção da fábrica, dando início às exportações. O Fusca experimentava seus modelos especiais, os primeiros protótipos conversíveis Karmann e Hebmüller.

1949 - A construção do Typ 11 durou até 2 de junho de 1949. A partir daí, a produção se dividiu em vários modelos: 11 A Standart, 11 C DeLuxe/Export, 14A Cabriolet de dois lugares (Hebmüller) e 15A Cabriolet de quatro lugares (Karmann). O ano trazia a marca festiva de 50 mil unidades produzidas.

1950 - O modelo com teto solar (em tecido) deixou de ser feito por encomenda e passou à produção em série. O motor recebeu um termostato no sistema de refrigeração. Os modelos DeLuxe/Export passaram a trazer freios hidráulicos, enquanto o Standard e o Hebmüller permaneciam com freios acionados a cabos.

1951, 1952 e 1953 - Melhorias generalizadas acompanharam o carro.

1954 - A produção chegou aos 200 mil veículos. O motor teve a cilindrada aumentada em 1.192 cm3, passando a 30cv. Começava então a montagem das primeiras peruas, Kombis modelo idealizado pelo importador holândes Ben Pon alguns anos antes.

1955 -  O modelos não apresentou grandes diferenças em relação ao 54, mas modificações ocorreram gradativamente. A produção dos modelos 55 durou apenas sete meses, o que os tornou uma raridade.

1956 - As modificações mais notáveis foram no volante e na regulagem e forrações dos bancos. O teto solar passou a ser de vinil. O tanque de combustível também foi modificado, melhorando a colocação de bagagens. As exportações para os EUA atingiam 50 mil unidades.

1957 - Cerca de 380 mil unidades dexaram a fábrica de Wolfsburg, das quais 65 mil destinadas aos EUA. Com o aumento significativo das vendas, era impossível a aquisição de um Beetle nos EUA.  A espera podia levar 6 meses. O último oval deixou a linha de montagem em julho de 1957. Cerca de 1.350.000 Fuscas foram produzidos no período de março de 1953 a agosto de 1957. Desses, cerca de 150 mil foram exportados oficialmente para os Estados Unidos.

1959 - O quebra-sol passou a ter forração, enquanto o chassi ganhou um noso desenho, permitindo um mehor posicionamento do câmbio e motor, contribuindo para a estabilidade. Os modelos passaram a ser desenvolvidos nas cores azul-geladeira, azul-glacial, azul-golfo, azul-pastel, branco-pérola, cinza-cascalho, verde-berilo, verde-jade, verde-magno e vermelho-rubi.

1961 - O motor 1200cc passava a ter mais potência e a primeira marcha era sincronizada. O painel ganhou o marcador de combustível e o modelo ganhou a famosa alça de apoio para passageiros.

1962 - Novas cores passaram a ser oferecidas: azul, bege-areia, cinza-prata, verde-amazonas e vermelho-vinho. Essas cores duraram até 1966.

1965 - Foi o ano de lançamento do Fusca "Pé de Boi", e do fracasso do modelo com teto solar. Esses dois modelos foram descaracterizados com a finalidade de aumentar o valor de revenda do veículo na época. Os poucos modelos que sobraram com as características originais hoje são verdadeiras jóias com valor de mercado elevadíssimo.

1967 -  O motor passou a ter 1500cc e 38cv de potência, dez a mais que o anterior. Agora nas cores azul real, bege-nilo, branco-pérola, verde-caribe e vermelho-granada.

1968 - O Fusca brasileiro passou a ter a caixa de direção lubrificada a graxa e não mais a óleo. A parte elétrica passou a ser de 12 volts e nova suspenção com regulagem de cambagem. Chegou ao mercado a cor azul-pastel para o modelo Pé de Boi. Além do azul-real, branco-pérola, verde caribe e vermelho-granada para os demais modelos.

 

O Volkswagen Fusca foi o primeiro modelo de automóvel fabricado pela companhia alemã Volkswagen. Foi o carro mais vendido no mundo, ultrapassando em 1972 o recorde que pertencia até então ao Ford Modelo T. O último modelo do Fusca foi produzido no México em 2003

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